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Pretendemos analisar alguns embates de gênero no interior da Igreja Católica para compreender a institucionalização da clausura feminina no século XIII. A ideia de morte para as coisas terrenas, quando as mulheres ingressavam nas clausuras e passavam à condição de religiosas clarissas, é debatida por meio de documentos do período moderno nos conventos de Portugal e da América Portuguesa. São verificadas ainda as representações discursivas acerca da clausura e a percepção de desvios claustrais que propiciavam mulheres com religiosidade diversa do instituído pela Igreja e pelas relações patriarcais

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LAGE, ANA CRISTINA PEREIRA ; OLIVEIRA, TEREZINHA . Ignez é morta: reflexões acerca da clausura para as Irmãs clarissas (séculos XIII ao XVIII). REVISTA ESTUDOS FEMINISTAS, v. 29, p. 1-13, 2021. Citações:1